OBSERVAÇÕES:
1.
Para diminuir o tamanho dos arquivos as declinações dos
termos latinos foram ignoradas. Assim, para fazer as
construções corretas dos adjetivos, convém
consultar as desinências das respectivas
declinações.
2. Como o latim sofreu influência de outras línguas,
muitos dos epítetos são originários de
outros idiomas antigos, como por exemplo o grego.
3.
Foram incluídos
epítetos latinizados de nomes próprios ou
sobrenomes que homenageiam
coletores, botânicos, entusiastas e personalidades ligadas
à orquidofilia, como também de localidades principalmente
brasileiras e das Américas Central e do Sul.
PRONÚNCIA
Em qualquer posição
que ocupem no
vocábulo, as vogais possuem sempre o seu som original. Assim, o
"o" não deverá ter o som de "u", assim como o "e"
não deverá ter som de "i" no final das palavras;
Os ditongos "ae" e "oe" devem ser
pronunciados como "e";
A sílaba "ti", quando
não for
tônica nem precedida por "s", deverá ser pronunciada como
"ci";
A letra "x" tem sempre o som de
"ks", como na
palavra "sufixo";
O grupo "ch" tem sempre o som de
"k";
Os conjuntos "qu" e "gu"
pronunciam-se sempre como
se houvesse um trema no "u";
O grupo "ph" tem o som de "f".
BIBLIOGRAFIA:
Chandler, C. 1889.
Pronunciation of Latin and Quasi-latin Scientific terms.Bulletin of the
Scientific Laboratories of Denison University, 4:161-17. 1986.
Chuck Griffith Dictionary
of Botanical Epithets.
Jay Pfahl Internet Orchid
Photo Encyclopedia.
José
Cretella Jr., Geraldo de Ulhôa Cintra. Dicionário
Latino Português, 7ª ed. Companhia Editora Nacional. 1956.
William Whitaker. Words
Latin Dictionary, Version 1.97.